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Quem quer ser diplomata?
(Imagem: Palácio do ItamaratyImagem: Ueslei Marcelino)
As
inscrições terão início no dia 6 de julho e vão até 3 de agosto, às 22h.
Salário chega a de R$
20,9 mil. O Itamaraty lança concurso para diplomatas e o Ministério das
Relações Exteriores já publicou, na quinta-feira (29), o edital do próximo
concurso para a carreira, com 50 vagas de terceiro-secretário.
O que você precisa
saber:
São 37 vagas por
ampla concorrência, sendo 10 destinadas para candidatos negros e outras três
para PCDs (Pessoas com Deficiência). É necessário ter, pelo menos, 18 anos de
idade, apresentar diploma de curso superior, disponibilidade para servir fora do
Brasil, estar em dia com as obrigações do serviço militar e com a situação
eleitoral regularizada.
As inscrições terão
início no dia 6 de julho e vão até 3 de agosto, às 22h. O cadastro deve ser
feito no site do Iades (Instituto Americano de Desenvolvimento), com pagamento
de uma taxa de R$ 229. O pedido de isenção de pagamento deve ser feito por meio
da página da banca organizadora.
Segundo o edital, é
esperado que o exame seja aplicado em 27 de agosto, em todas as capitais do
país. A prova deve ser aplicada em dois períodos: o primeiro, iniciando-se às
9h30, com duração de três horas; e o segundo iniciando-se às 15h, com duração
de três horas.
Na primeira etapa, os
participantes farão uma prova objetiva com 73 questões com temas de Língua
Portuguesa, Língua Inglesa, História do Brasil, História mundial, Política
internacional, Geografia, Economia e Direito.
A segunda fase do concurso
contará com provas escritas de Língua Portuguesa e Língua Inglesa, nos dias 16
e 17 de setembro. A terceira fase terá provas de História do Brasil, Política
internacional, Geografia, Economia, Direito, Língua Espanhola e Língua
Francesa. Os testes estão previstos para 27, 28 e 29 de outubro, nas capitais
onde houver candidatos selecionados na primeira fase.
Quem quer ser diplomata?
(Imagem: Palácio do ItamaratyImagem: Ueslei Marcelino)
As inscrições terão início no dia 6 de julho e vão até 3 de agosto, às 22h.
Salário chega a de R$ 20,9 mil. O Itamaraty lança concurso para diplomatas e o Ministério das Relações Exteriores já publicou, na quinta-feira (29), o edital do próximo concurso para a carreira, com 50 vagas de terceiro-secretário.
O que você precisa
saber:
São 37 vagas por
ampla concorrência, sendo 10 destinadas para candidatos negros e outras três
para PCDs (Pessoas com Deficiência). É necessário ter, pelo menos, 18 anos de
idade, apresentar diploma de curso superior, disponibilidade para servir fora do
Brasil, estar em dia com as obrigações do serviço militar e com a situação
eleitoral regularizada.
As inscrições terão
início no dia 6 de julho e vão até 3 de agosto, às 22h. O cadastro deve ser
feito no site do Iades (Instituto Americano de Desenvolvimento), com pagamento
de uma taxa de R$ 229. O pedido de isenção de pagamento deve ser feito por meio
da página da banca organizadora.
Segundo o edital, é
esperado que o exame seja aplicado em 27 de agosto, em todas as capitais do
país. A prova deve ser aplicada em dois períodos: o primeiro, iniciando-se às
9h30, com duração de três horas; e o segundo iniciando-se às 15h, com duração
de três horas.
Na primeira etapa, os
participantes farão uma prova objetiva com 73 questões com temas de Língua
Portuguesa, Língua Inglesa, História do Brasil, História mundial, Política
internacional, Geografia, Economia e Direito.
A segunda fase do concurso contará com provas escritas de Língua Portuguesa e Língua Inglesa, nos dias 16 e 17 de setembro. A terceira fase terá provas de História do Brasil, Política internacional, Geografia, Economia, Direito, Língua Espanhola e Língua Francesa. Os testes estão previstos para 27, 28 e 29 de outubro, nas capitais onde houver candidatos selecionados na primeira fase.
Veja a previsão do tempo por regiões
·
Região Norte
Segundo a
Climatempo, o tempo na região será influenciado pela presença da Zona de
Convergência Intertropical (ZCIT). As capitais terão dias quentes e há
possibilidade de chuvas rápidas e passageiras. Em Manaus, a previsão é de chuva
durante o dia e à noite no domingo e na segunda.
·
Região Nordeste
As
capitais nordestinas também terão chuvas rápidas nos dias de folia, mas com
muito calor. Há possibilidade de chuva volumosa e persistente entre a costa do
Ceará e do Maranhão.
·
Região Centro-Oeste
A
previsão para a região é de chuva generalizada. Assim como em São Paulo, a
previsão para Goiânia é de chuva nos últimos três dias de folia. Em Cuiabá, a
temperatura irá oscilar entre 31ºC e 19ºC. Já em Campo Grande, a máxima no
Carnaval será de 26ºC e a mínima pode bater 15ºC.
·
Região Sudeste
O calor e
os temporais estarão presentes no Carnaval de São Paulo. No Rio de Janeiro,
Belo Horizonte e Vitória, a chuva deverá ser passageira e irregular.
·
Região Sul
Não deve chover durante os cinco dias de Carnaval em Porto Alegre. Já em Curitiba, a previsão é de pancadas de chuva e temperaturas mais amenas: máxima de 20ºC e mínima de 13ºC. A chuva também passa por Florianópolis, mas o clima fica mais quente, com máximas de 27ºC.
Energia solar por assinatura chega ao Brasil o que pode deixar conta de luz mais barata
Em março deste ano,
o Brasil somava 5.635 unidades consumidoras atendidas pela geração solar
compartilhada, uma modalidade que se tornou possível no Brasil em 2015.
Naquele primeiro
ano (2015), eram 45 consumidores usando o modelo. Dois anos depois, 376 usuários. O número
subiu para mais de 1.500 consumidores em 2019 e superou os 5.000 em 2021, com
1.610 unidades geradoras produzindo energia atualmente para atender esse
mercado crescente.
Geração solar
compartilhada
"A geração
compartilhada foi criada em 2015, quando a Aneel [Agência Nacional de Energia
Elétrica] percebeu que a geração solar no Brasil não estava crescendo no ritmo
que poderia, dado o potencial que a gente tem", afirma Guilherme Susteras,
coordenador do grupo de trabalho de geração distribuída da Absolar, associação
que representa o setor.
"Um dos
gargalos identificados à época era que 75% das unidades consumidoras não tinham
capacidade técnica para receber sistemas de geração fotovoltaica. Estamos
falando de gente que mora em apartamento, da estrutura dos telhados brasileiros
e do fato de que boa parte das pessoas e dos pequenos negócios ocupam imóveis
alugados."
A experiência
internacional serviu de modelo para o sistema brasileiro de geração
compartilhada. Com início na
Alemanha, tendo depois se espalhando pela Europa e Estados Unidos, o modelo de
"comunidades solares" se baseava em cooperativas ou consórcios de
consumidores, que juntos viabilizavam a instalação de pequenas usinas,
compartilhando da energia produzida, mesmo que distante do local de consumo.
Algumas empresas
viram na mudança regulatória, que criou no Brasil a modalidade de geração
remota, uma oportunidade para oferecer um novo serviço no país: a energia solar
por assinatura.
Streaming ou 'Netflix' da conta
de luz?
Foi o caso, por
exemplo, da Sun Mobi, empresa criada em 2016 para atuar no segmento, que atende
atualmente 300 clientes em 27 municípios do Estado de São Paulo.
"Surgiu a
possibilidade de colocarmos a fazenda solar em uma área. Ela gera energia para
a distribuidora e essa energia é vendida na forma de créditos, que podem ser
abatidos em qualquer conta de luz, desde que na mesma área de concessão da
distribuidora", explica Alexandre Bueno, um dos sócios da empresa. "É como se o cliente tivesse um
'painel virtual', em vez de colocar o painel na edificação dele, ele usufrui da
geração da usina de forma remota', explica Bueno.
Como exemplo, podemos pegar uma
residência com consumo médio mensal de 200 quilowatt-hora por mês (kWh/mês) na
área de concessão da Cemig, distribuidora que atua em Minas Gerais, compra
créditos de uma empresa de energia solar por assinatura que atue também na área
da Cemig.
A empresa
contratada "injeta" na rede a energia solar gerada e os créditos são
abatidos da conta do consumidor. No modelo, o consumidor fica livre da bandeira
tarifária — um benefício estabelecido pela Aneel para estimular a produção de
energia limpa próximo aos locais de consumo.
E, em geral,
negocia a energia a um valor vantajoso, em relação àquela comprada da
distribuidora, contando também com reajustes previsíveis, conforme o contrato
acertado.
"Daí pensamos
numa forma de adaptar esse modelo à realidade do consumidor, que hoje assina
Netflix, Disney, HBO, de uma forma muito flexível. Ele paga enquanto usufrui do
serviço; se não quer mais, cancela a assinatura sem custo; e também não paga
nada para entrar. Então nesse modelo o cliente não investe nada e passa a
usufruir da geração da usina de forma praticamente instantânea, em no máximo 60
dias", afirma Alexandre Bueno. "Estamos trazendo o modelo
do streaming para o mercado de energia.", reitera.
Na solar por assinatura, o consumidor
economiza na bandeira tarifária, tem reajustes previsíveis e não arca com custo
de instalação e manutenção dos painéis
Segundo a Absolar,
cerca de 20 empresas atuam nesse mercado atualmente no Brasil, sendo Minas
Gerais o Estado com a presença mais forte da geração distribuída, que inclui
outros modelos de negócios, além do por assinatura.
Além de
possibilitar o acesso à energia solar para quem mora de aluguel, em
apartamentos ou imóveis com telhados inadequados, o serviço de assinatura
também dispensa o consumidor dos custos com investimento e manutenção dos painéis.
A associação do
setor estima que o investimento típico é de cerca de R$ 15 mil a R$ 20 mil para
suprir com energia solar o consumo elétrico de uma família de quatro pessoas, o
que em geral leva entre 4 e 6 anos para se pagar, com a economia gerada na conta
de luz.
Um mercado que
engatinha, mas com grande potencial
A geração de
energia solar é bastante recente no Brasil. Havia poucos
projetos no país até 2014, quando foi realizado pelo governo federal o primeiro
leilão de energia com a participação da fonte solar fotovoltaica.
Nos leilões, as
usinas vendem contratos de energia para as distribuidoras, como Enel, Cemig,
Light, e essa venda viabiliza a construção dos empreendimentos. É o chamado
modelo de geração centralizada, cujas primeiras usinas entraram em operação a
partir de 2017.
Entre 2015 e 2016,
a Aneel criou o modelo de geração distribuída, em que a produção é feita não em
grandes usinas, mas em pequenas unidades geradoras, com capacidade de até 5 MW
(megawatts), na própria unidade consumidora ou em algum local próximo.
Desde 2020, a
geração distribuída passou a representar a maior parcela da geração solar
fotovoltaica no Brasil, representando 67% da capacidade instalada brasileira em
março de 2022.
No ano passado, o
Brasil foi o quarto país que mais cresceu em capacidade de produção de energia
solar fotovoltaica, com 5,7 GW (gigawatts) adicionados, atrás apenas de China,
EUA e Índia, segundo levantamento da Agência Internacional de Energias
Renováveis (Irena, na sigla em inglês).
O país é atualmente
o 13º do mundo em capacidade instalada acumulada para essa energia, com
perspectiva de adentrar o Top 10 nos próximos anos. Apesar desse
crescimento, a energia solar ainda representava apenas 1,7% da matriz elétrica
brasileira em 2020, segundo o Balanço Energético Nacional 2021 da EPE (Empresa
de Pesquisa Energética).
Para Susteras, da
Absolar, um dos fatores que explica a participação ainda pequena da fonte solar
na matriz elétrica brasileira é o fato de o Brasil ter entrado mais tarde do
que outros países no segmento.
O país também
passou anos sem um marco regulatório para o setor, diz o representante, o que
na avaliação dele foi resolvido neste ano com a aprovação da Lei 14.300/22, que
instituiu o marco legal da microgeração e minigeração distribuída. "Com segurança
jurídica, o mercado de capitais deve se sentir mais confortável para financiar
projetos", diz o coordenador.
"Como toda
nova tecnologia, há uma curva natural de adoção ao longo do tempo. E, à medida
que o custo vai caindo e a tarifa de energia vai subindo, a tecnologia se torna
cada vez mais atrativa.", contabiliza.
Historicamente, um
dos principais gargalos para o desenvolvimento da geração solar no Brasil era o
fato de que a maior parte dos equipamentos utilizados são importados e tem,
portanto, custo em dólares.
Susteras observa,
porém, que à medida que o mercado ganha escala, o custo da tecnologia vem
caindo entre 10% a 15% ao ano. Além disso, o mercado local tem se tornado mais
especializado, ampliando a oferta de serviços. Assim, o
especialista vê grande potencial para o avanço da geração solar distribuída no
Brasil e também dos serviços por assinatura voltados para consumidores
residenciais e pequenas empresas.
"Esse mercado
mal começou, a verdade é essa. Se considerarmos que 75% das pessoas que querem
ter energia solar não a têm por restrições físicas (de seus imóveis) temos uma
ideia do quanto esse mercado pode crescer, porque esse é um mercado que não tem
restrição — a não ser aquela geográfica (de o prestador de serviço estar na
mesma área da distribuidora que atende o consumidor)", diz Susteras.
"A energia solar pode ser muito
democrática no Brasil. Tem muita gente que ainda nem ouviu falar, que nem sabe
que já poderia ter, mas que vai descobrir aos poucos. É questão de tempo.", prevê Gulherme Susteras.
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Iscrições abertas para o ENEM 2022
O ENEM em cinco dicas
Confira dicas de preparação para a maior prova de acesso à universidade do Brasil.
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O resultado das urnas, nas duas maiores cidades do país, representou uma derrota ao presidente Jair Bolsonaro. Partidos chamados de "Esquerda" e "Centro-esquerda", também ficaram devendo. No segundo turno, ganharam apenas em 11 das 57 prefeitura disputadas.
Mais de 10 mil candidatos às câmaras municipais e prefeituras são investigados por serem suspeitos de terem recebido o auxilio emergencial do governo
Os eleitos são 883 investigados que estão na mira TCU por fraude em auxílio Covid-19. Minas Gerais "é representado" por 250 candidatos suspeitos de apropriação indébita do auxílio.
Os nomes de todos eles constam de uma lista divulgada no dia 6 de novembro, pelo TCU (Tribunal de Contas da União), órgão que já abriu uma investigação para apurar possíveis irregularidades. A lista do TCU contém 10.690 nomes de candidatos que participaram nessas eleições 2020. Eles declaram à Justiça Eleitoral ter mais de R$ 300 mil em patrimônio e, mesmo assim, aparecem como beneficiários do auxílio. (Clique aqui e confira as listas de candidatos por Minas Gerais - Lista 1 - Lista 2 - Lista 3 - Lista 4 - Lista 5 - Lista 6 - Lista 7).
O programa, em sua última fase, prevê que pagamentos sejam feitos somente a quem tenha menos de R$ 300 mil em bens, em 2019, além de precisar cumprir outros requisitos. O TCU ressaltou que é possível que os candidatos incluídos na lista tenham sido vítimas de fraude com uso indevido de seus dados. Lembrou também que os postulantes podem ter cometido erros em sua declaração de bens enviada à Justiça Eleitoral. Ainda assim, determinou o bloqueio dos pagamentos para todos os incluídos na lista para que tudo seja apurado.
Dos 883 candidatos incluídos, ou 8,2%, foram eleitos. Desses, 42 são candidatos a prefeito, 86 a vice-prefeito e 755 a vereador. Entre os candidatos investigados estão o prefeito e vice-prefeito eleitos em Canutama (AM), cidade com 15 mil habitantes. Lá, Zé Roberto (PSC) venceu com 52% dos votos válidos. Ele declarou à Justiça Eleitoral ter um patrimônio de R$ 525 mil, incluindo 198 cabeças de gado avaliadas em R$ 280 mil. Segundo o TCU, apesar disso, Zé Roberto solicitou e recebeu o auxílio emergencial do governo. Até que o benefício fosse bloqueado por ordem do tribunal.
Zé Roberto disse que sua declaração patrimonial está errada, mas não detalhou os equívocos. Questionado sobre o auxílio, ele disse que sua assessoria explicaria o ocorrido, mas não informou quando nem como. O vice de Zé Roberto, Carlos Menezes (MDB), também aparece na lista do TCU. Ele é comerciante, declarou ter R$ 430 mil em bens e recebeu o auxílio.
Prefeito eleito e vice da cidade de Senador Modestino Gonçalves (MG), município de 4.000 habitantes, no Vale do Jequitinhonha, também compõem os investigados. Zé Neves (Patriota) será o novo prefeito. Ele é empresário e tem mais de R$ 2 milhões em bens. Mesmo assim, solicitou o auxílio e chegou a recebê-lo. O mesmo ocorreu com seu vice, Jaime do Beia (também do Patriota). Ele é empresário, tem R$ 1,3 milhão e recebeu o auxílio emergencial, de acordo com o TCU.
Vereadores de capitais também constam da lista de candidatos investigados pelo TCU. Os vereadores Pri Fernandes Adota (Podemos), eleita em Florianópolis, e Dione Carvalho (Patriota), eleito em Manaus. Pri fernandes, que é trans, declarou ter R$ 600 mil e recebeu o auxílio. Já Dione tem R$ 440 mil e recebeu o benefício. Os pagamentos a ambos foram bloqueados.
Pri Fernandes disse ter sido vítima de uma fraude. Afirma que "nunca pediu o auxílio, que soube pela imprensa que seu nome constava da lista de beneficiados e que já procurou a polícia e o governo federal para que a situação fosse regularizada".
A vereadora Linda Brasil (PSOL), eleita em Aracaju foi a mais votada no Sergipe. Seu nome consta da lista do TCU. Ela, contudo, reclamou da divulgação distorcida que o órgão deu ao caso dos auxílios emergenciais. Linda é cabeleireira e tem R$ 337 mil em patrimônio. Recebeu cinco parcelas de R$ 600 do auxílio, pois parou de trabalhar. Num primeiro momento, o valor dos bens dos beneficiários não era critério para ter direito ao pagamento.
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| A vereadora Linda Brasil (PSOL), eleita em Aracaju foi a mais votada no Sergipe. Seu nome consta da lista do TCU. Ela tem R$ 337 mil em patrimônio e recebeu cinco parcelas de R$ 600 do auxílio. |
Candidatos milionários recebem Bolsa Família
A investigação do TCU sobre o pagamento de auxílio emergencial a candidatos foi iniciada depois que o jornal O Globo e o site UOL revelarem que centenas de pleiteantes a cargos eletivos milionários eram beneficiários de programas sociais do governo federal, incluindo o Bolsa Família.
O auxílio emergencial é destinado a trabalhadores sem carteira assinada, desempregados e micro-empreendedores individuais. Para ter direito ao benefício hoje, é necessário possuir rendimentos de até R$ 28.559,70, em 2018 e 2019, ter no máximo de R$ 300 mil em bens em 2019 e ter renda familiar de até R$ 3.135.
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(Clique na imagem)Simulação de votação e preparativos para a eleições de domingo 15 de novembro
As eleições municipais deste ano terão horário estendido: das 7h às 17h. É necessário ir de máscara e levar a própria caneta, além de documento com foto.
Quem deve votar e o que levar para a seção eleitoral
O aplicativo e-Título, que pode substituir o documento de papel, passou por atualizações. A via digital agora mostra a foto dos eleitores que já passaram pelo cadastramento biométrico. Neste caso, basta o cidadão mostrar o seu perfil no app para ingressar na seção eleitoral e votar. Quem não puder usar o aplicativo, continua tendo que apresentar um documento oficial com foto no dia da eleição. Para evitar a disseminação do coronavírus, a biometria não será utilizada neste ano.
O que é preciso levar para a seção eleitoral?
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Qual é a cidade mais quente de Minas Gerais?
Campina Verde é uma das 34 cidades do Triângulo que vivem situação de “grande perigo” em virtude das elevadas temperaturas, conforme alerta emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Os riscos para a saúde podem ser vários, desde desidratação até uma hipotermia, o que pode representar risco de morte.
De acordo com o Inmet, o alerta foi emitido pelo fato de a região estar registrando temperaturas 5°C acima da média histórica, por um período de mais de cinco dias. Os índices de umidade relativa do ar, em municípios do Triângulo mineiro chegaram aos 7% em alguns desses dias.
Conforme Ruibran dos Reis, a massa de ar quente atua em Minas Gerais, desde o dia 23 de agosto e ganhou maior intensidade em setembro. E as altas temperaturas continuam em outubro. “Praticamente todos os municípios mineiros estão sofrendo com este calorão”, afirma o meteorologista. Nem mesmo lugares de Minas que sempre foram caracterizados por temperaturas mais amenas escapam da onda de calor. Nessa condição estão Maria da Fé, Senador Amaral e Monte Verde (distrito de Camanducaia), no Sul do estado, onde, nos últimos dias, os termômetros marcaram entre 30ºC e 32ºC.
E na capital?
Cientistas detectam pela primeira vez microplásticos em organismo humano
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Sobre o flagelo SARS-COV-2, trataremos sobre os cuidados básicos, transmissão e até o tempo de permanência dele nos diversos objetos e superfícies, clicando no link acima ou neste, vai passar.
Obviamente que a vida cotidiana não para. Vamos falar de outros fatores com os quais temos de nos preocupar, principalmente em temperaturas baixas, como são as no Outono e Inverno, com relação à saúde. Práticas de exercícios e alimentação balanceada e saudável, sempre deve estar no nosso dia a dia.
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