sábado, 23 de maio de 2020

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Quem quer ser diplomata? 

(Imagem: Palácio do ItamaratyImagem: Ueslei Marcelino)

As inscrições terão início no dia 6 de julho e vão até 3 de agosto, às 22h


Salário chega a de R$ 20,9 mil. O Itamaraty lança concurso para diplomatas e o Ministério das Relações Exteriores já publicou, na quinta-feira (29), o edital do próximo concurso para a carreira, com 50 vagas de terceiro-secretário.


O que você precisa saber:

 

São 37 vagas por ampla concorrência, sendo 10 destinadas para candidatos negros e outras três para PCDs (Pessoas com Deficiência). É necessário ter, pelo menos, 18 anos de idade, apresentar diploma de curso superior, disponibilidade para servir fora do Brasil, estar em dia com as obrigações do serviço militar e com a situação eleitoral regularizada.

 

As inscrições terão início no dia 6 de julho e vão até 3 de agosto, às 22h. O cadastro deve ser feito no site do Iades (Instituto Americano de Desenvolvimento), com pagamento de uma taxa de R$ 229. O pedido de isenção de pagamento deve ser feito por meio da página da banca organizadora.

 

Segundo o edital, é esperado que o exame seja aplicado em 27 de agosto, em todas as capitais do país. A prova deve ser aplicada em dois períodos: o primeiro, iniciando-se às 9h30, com duração de três horas; e o segundo iniciando-se às 15h, com duração de três horas.

 

Na primeira etapa, os participantes farão uma prova objetiva com 73 questões com temas de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, História do Brasil, História mundial, Política internacional, Geografia, Economia e Direito.

 

A segunda fase do concurso contará com provas escritas de Língua Portuguesa e Língua Inglesa, nos dias 16 e 17 de setembro. A terceira fase terá provas de História do Brasil, Política internacional, Geografia, Economia, Direito, Língua Espanhola e Língua Francesa. Os testes estão previstos para 27, 28 e 29 de outubro, nas capitais onde houver candidatos selecionados na primeira fase.

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Como fica o tempo nas cinco regiões do Brasil


 Veja a previsão do tempo por regiões 

·                     Região Norte

Segundo a Climatempo, o tempo na região será influenciado pela presença da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). As capitais terão dias quentes e há possibilidade de chuvas rápidas e passageiras. Em Manaus, a previsão é de chuva durante o dia e à noite no domingo e na segunda.

·                     Região Nordeste

As capitais nordestinas também terão chuvas rápidas nos dias de folia, mas com muito calor. Há possibilidade de chuva volumosa e persistente entre a costa do Ceará e do Maranhão.

·                     Região Centro-Oeste

A previsão para a região é de chuva generalizada. Assim como em São Paulo, a previsão para Goiânia é de chuva nos últimos três dias de folia. Em Cuiabá, a temperatura irá oscilar entre 31ºC e 19ºC. Já em Campo Grande, a máxima no Carnaval será de 26ºC e a mínima pode bater 15ºC.

·                     Região Sudeste

O calor e os temporais estarão presentes no Carnaval de São Paulo. No Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória, a chuva deverá ser passageira e irregular.

·                     Região Sul

Não deve chover durante os cinco dias de Carnaval em Porto Alegre. Já em Curitiba, a previsão é de pancadas de chuva e temperaturas mais amenas: máxima de 20ºC e mínima de 13ºC. A chuva também passa por Florianópolis, mas o clima fica mais quente, com máximas de 27ºC.

Energia solar por assinatura chega ao Brasil o que pode deixar conta de luz mais barata


Em março deste ano, o Brasil somava 5.635 unidades consumidoras atendidas pela geração solar compartilhada, uma modalidade que se tornou possível no Brasil em 2015.

Naquele primeiro ano (2015), eram 45 consumidores usando o modelo. Dois anos depois, 376 usuários. O número subiu para mais de 1.500 consumidores em 2019 e superou os 5.000 em 2021, com 1.610 unidades geradoras produzindo energia atualmente para atender esse mercado crescente.

Geração solar compartilhada

"A geração compartilhada foi criada em 2015, quando a Aneel [Agência Nacional de Energia Elétrica] percebeu que a geração solar no Brasil não estava crescendo no ritmo que poderia, dado o potencial que a gente tem", afirma Guilherme Susteras, coordenador do grupo de trabalho de geração distribuída da Absolar, associação que representa o setor.

"Um dos gargalos identificados à época era que 75% das unidades consumidoras não tinham capacidade técnica para receber sistemas de geração fotovoltaica. Estamos falando de gente que mora em apartamento, da estrutura dos telhados brasileiros e do fato de que boa parte das pessoas e dos pequenos negócios ocupam imóveis alugados."

A experiência internacional serviu de modelo para o sistema brasileiro de geração compartilhada. Com início na Alemanha, tendo depois se espalhando pela Europa e Estados Unidos, o modelo de "comunidades solares" se baseava em cooperativas ou consórcios de consumidores, que juntos viabilizavam a instalação de pequenas usinas, compartilhando da energia produzida, mesmo que distante do local de consumo.

Algumas empresas viram na mudança regulatória, que criou no Brasil a modalidade de geração remota, uma oportunidade para oferecer um novo serviço no país: a energia solar por assinatura.

Streaming ou 'Netflix' da conta de luz?

Foi o caso, por exemplo, da Sun Mobi, empresa criada em 2016 para atuar no segmento, que atende atualmente 300 clientes em 27 municípios do Estado de São Paulo.

"Surgiu a possibilidade de colocarmos a fazenda solar em uma área. Ela gera energia para a distribuidora e essa energia é vendida na forma de créditos, que podem ser abatidos em qualquer conta de luz, desde que na mesma área de concessão da distribuidora", explica Alexandre Bueno, um dos sócios da empresa. "É como se o cliente tivesse um 'painel virtual', em vez de colocar o painel na edificação dele, ele usufrui da geração da usina de forma remota', explica Bueno.

Como exemplo, podemos pegar uma residência com consumo médio mensal de 200 quilowatt-hora por mês (kWh/mês) na área de concessão da Cemig, distribuidora que atua em Minas Gerais, compra créditos de uma empresa de energia solar por assinatura que atue também na área da Cemig.

A empresa contratada "injeta" na rede a energia solar gerada e os créditos são abatidos da conta do consumidor. No modelo, o consumidor fica livre da bandeira tarifária — um benefício estabelecido pela Aneel para estimular a produção de energia limpa próximo aos locais de consumo.

E, em geral, negocia a energia a um valor vantajoso, em relação àquela comprada da distribuidora, contando também com reajustes previsíveis, conforme o contrato acertado.

"Daí pensamos numa forma de adaptar esse modelo à realidade do consumidor, que hoje assina Netflix, Disney, HBO, de uma forma muito flexível. Ele paga enquanto usufrui do serviço; se não quer mais, cancela a assinatura sem custo; e também não paga nada para entrar. Então nesse modelo o cliente não investe nada e passa a usufruir da geração da usina de forma praticamente instantânea, em no máximo 60 dias", afirma Alexandre Bueno. "Estamos trazendo o modelo do streaming para o mercado de energia.", reitera.

Na solar por assinatura, o consumidor economiza na bandeira tarifária, tem reajustes previsíveis e não arca com custo de instalação e manutenção dos painéis

Segundo a Absolar, cerca de 20 empresas atuam nesse mercado atualmente no Brasil, sendo Minas Gerais o Estado com a presença mais forte da geração distribuída, que inclui outros modelos de negócios, além do por assinatura.

Além de possibilitar o acesso à energia solar para quem mora de aluguel, em apartamentos ou imóveis com telhados inadequados, o serviço de assinatura também dispensa o consumidor dos custos com investimento e manutenção dos painéis.

A associação do setor estima que o investimento típico é de cerca de R$ 15 mil a R$ 20 mil para suprir com energia solar o consumo elétrico de uma família de quatro pessoas, o que em geral leva entre 4 e 6 anos para se pagar, com a economia gerada na conta de luz.

Um mercado que engatinha, mas com grande potencial

A geração de energia solar é bastante recente no Brasil. Havia poucos projetos no país até 2014, quando foi realizado pelo governo federal o primeiro leilão de energia com a participação da fonte solar fotovoltaica.

Nos leilões, as usinas vendem contratos de energia para as distribuidoras, como Enel, Cemig, Light, e essa venda viabiliza a construção dos empreendimentos. É o chamado modelo de geração centralizada, cujas primeiras usinas entraram em operação a partir de 2017.

Entre 2015 e 2016, a Aneel criou o modelo de geração distribuída, em que a produção é feita não em grandes usinas, mas em pequenas unidades geradoras, com capacidade de até 5 MW (megawatts), na própria unidade consumidora ou em algum local próximo.

Desde 2020, a geração distribuída passou a representar a maior parcela da geração solar fotovoltaica no Brasil, representando 67% da capacidade instalada brasileira em março de 2022.

No ano passado, o Brasil foi o quarto país que mais cresceu em capacidade de produção de energia solar fotovoltaica, com 5,7 GW (gigawatts) adicionados, atrás apenas de China, EUA e Índia, segundo levantamento da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena, na sigla em inglês).

O país é atualmente o 13º do mundo em capacidade instalada acumulada para essa energia, com perspectiva de adentrar o Top 10 nos próximos anos. Apesar desse crescimento, a energia solar ainda representava apenas 1,7% da matriz elétrica brasileira em 2020, segundo o Balanço Energético Nacional 2021 da EPE (Empresa de Pesquisa Energética).

Para Susteras, da Absolar, um dos fatores que explica a participação ainda pequena da fonte solar na matriz elétrica brasileira é o fato de o Brasil ter entrado mais tarde do que outros países no segmento.

O país também passou anos sem um marco regulatório para o setor, diz o representante, o que na avaliação dele foi resolvido neste ano com a aprovação da Lei 14.300/22, que instituiu o marco legal da microgeração e minigeração distribuída. "Com segurança jurídica, o mercado de capitais deve se sentir mais confortável para financiar projetos", diz o coordenador.

"Como toda nova tecnologia, há uma curva natural de adoção ao longo do tempo. E, à medida que o custo vai caindo e a tarifa de energia vai subindo, a tecnologia se torna cada vez mais atrativa.", contabiliza.

Historicamente, um dos principais gargalos para o desenvolvimento da geração solar no Brasil era o fato de que a maior parte dos equipamentos utilizados são importados e tem, portanto, custo em dólares.

Susteras observa, porém, que à medida que o mercado ganha escala, o custo da tecnologia vem caindo entre 10% a 15% ao ano. Além disso, o mercado local tem se tornado mais especializado, ampliando a oferta de serviços. Assim, o especialista vê grande potencial para o avanço da geração solar distribuída no Brasil e também dos serviços por assinatura voltados para consumidores residenciais e pequenas empresas.

"Esse mercado mal começou, a verdade é essa. Se considerarmos que 75% das pessoas que querem ter energia solar não a têm por restrições físicas (de seus imóveis) temos uma ideia do quanto esse mercado pode crescer, porque esse é um mercado que não tem restrição — a não ser aquela geográfica (de o prestador de serviço estar na mesma área da distribuidora que atende o consumidor)", diz Susteras.

"A energia solar pode ser muito democrática no Brasil. Tem muita gente que ainda nem ouviu falar, que nem sabe que já poderia ter, mas que vai descobrir aos poucos. É questão de tempo.", prevê Gulherme Susteras.

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Iscrições abertas para o ENEM 2022

O Exame Nacional do Ensino Médio 2022 vai admitir inscrições de alunos na condição de treineiros 



O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) abriu na terça-feira (10) as inscrições para o Enem 2022. O cadastro deve ser feito até o dia 21 de maio.


A taxa de inscrição do Enem 2022 custa R$ 85 e poderá ser paga até 27 de maio. Uma das novidades desta edição é que o pagamento também pode ser feito via Pix e cartão de crédito, além de agências bancárias, agências dos Correios, internet banking e aplicativos de bancos.

Solicitações de isenção de taxa de inscrição e justificativas de ausência de candidatos que ganharam a gratuidade mas não puderam comparecer às provas já foram recebidas. A lista de contemplados já foi divulgada. 

Estudantes que estão cursando o ensino médio e não vão conclui-lo ao final deste ano podem se inscrever no Enem na condição de treineiros. Nesse caso, os alunos farão o exame educacional apenas para conhecer as provas, uma vez que não podem concorrer a uma vaga no ensino superior.

Como se inscrever no Enem 2022?

O primeiro passo para fazer a inscrição no Enem 2022 é criar um cadastro no portal gov.br. Quem já tiver login e senha nesse site já pode ir direto à Pagina do Participante. Em seguida, os estudantes devem inserir as seguintes informações:

Documentos como CPF e RG

Dados pessoais, como sexo, cor/raça, estado civil e nacionalidade

Cidade e estado de nascimento

Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol)

Questionário socioeconômico

Para outras informações clique Aqui.

 

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O ENEM em cinco dicas




Confira dicas de preparação para a maior prova de acesso à universidade do Brasil.


Oportonudidade de ouro para se pleitear uma vaga em uma universidade brasileira. Milhões de estudantes vão fazer a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio - 2022 e muitos já repetiram-na mas  ainda não conseguiram. Em três anos de pandemia do novo coronavírus, com aulas presenciais suspensas, estudantes e professores tiveram que se adaptar.

Transpuseram salas de aula para dentro das próprias casas. Enfrentaram problemas de infraestrutura, internet de baixa qualidade ou mesmo ausência de conexão, entre outras questões. A Agência Brasil, resolveu reunir cinco dicas para quem vai fazer o exame. 

Segundo os professores entrevistados, os resultados talvez não sejam os esperados. Os participantes devem estar atentos às regras da prova e ainda seguir as medidas de segurança para evitar o contágio pelo novo vírus. Abaixo dicas simples, mas válidas, já que o momento é tão importante e não menos estressante, proncipalmente para os participantes

Separar (e não esquecer) o que levar no dia da prova

Para participar do Enem é obrigatório levar documento oficial de identificação com foto, caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente e máscara de proteção facial. Sem esses itens não será possível fazer a prova. A dica da professora de língua portuguesa da Escola Estadual Amélio de Carvalho Baís, de Campo Grande (MS), Letícia Cintra é cuidar mais de outros ítens do que do próprio conteúdo. "O que a gente conseguiu estudar, nós já estudamos. A partir de agora é organizar a caneta, máscara, o álcool em gel. Olhar o seu Cartão de Confirmação da Inscrição para ver onde vai fazer a prova, para não deixar para a última hora", orienta.

Revisar o conteúdo

Às vésperas do exame, o momento é de revisar o que foi aprendido até aqui. Para o professor e sócio-diretor da Evolucional, startup de educação que oferece simulados e estudos de desempenho para escolas de todo o país, Vinícius Freaza, o Enem deve seguir a tendência de anos anteriores, já que as questões são escolhidas a partir de um banco de itens elaborados ao longo dos anos. 

"Seguramente teremos questões produzidas este ano, deve aparecer alguma coisa de pandemia, mas o grosso continua seguindo tendência de anos anteriores". A recomendação, então, para a reta final é que os estudantes refaçam as provas antigas e que saibam os assuntos mais recorrentes em cada uma das áreas avaliadas no Enem. A Guerra da Ucrânia deverás aparecer no exame desse ano.

Na página do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) é possível acessar as edições anteriores das provas e os gabaritos. Clique aqui e baixe em formato pdf. 

Aprender por vias alternativas

É possível também buscar revisar os conteúdos e ficar a par de atualidades por meio de vídeos, de podcasts e outras ferramentas. "Você pode, por exemplo, estudar sobre uma guerra, ou um fato marcante para o mundo, assistindo a um filme sobre essa temática. Existem muitos materiais disponíveis em plataformas de streaming e no Youtube que podem ser aproveitados nesse sentido", observa a UniFavela

As redes sociais também podem ajudar, desde que sejam consultados conteúdos confiáveis, por exemplo de cursinhos reconhecidos ou de órgãos oficiais. O professor de física do cursinho online Descomplica, Rafael Vilaça, recomenda que os estudantes acessem, por exemplo, as redes sociais do Inep, que é o responsável pelo exame. Lá podem ter dicas para a prova. (Acesse aqui

"Entrar no Instagram do Inep e ver o que deu de spoiler sobre o exame, observar os temas tratados, para se cercar de repertório para a prova. O Inep falou muito sobre idosos, sobre leitura, alfabetização, são temas que podem cair na prova", diz.

Ter uma estratégia de resolução de prova

Segundo o coordenador pedagógico do curso prepatório ProEnem, Leandro Vieira, é importante que os participantes tenham uma estratégia para a resolução da prova. "A gente vê muitos alunos que chegam para o dia da prova muito nervosos, muito ansiosos, e acabam não conseguindo se concentrar naquele momento. Importante que vá para a prova sabendo por onde vai começar, sabendo os conteúdos pelos quais vai iniciar. No primeiro dia, se é por redação, se é por ciências humanas, por linguagens. É importante pensar uma estratégia e segui-la ao longo da prova porque às vezes a ansiedade acaba paralisando a gente naquele momento", alerta.

O professor recomenda, no primeiro dia, que os estudantes iniciem as provas pela redação e que dediquem no máximo uma hora para a escrita do texto. Em seguida, deve resolver as questões sobre os assuntos com os quais tem mais afinidade.



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Bolsonaro e o PT são os dois maiores derrotados nas urnas nessas eleições 2020   
Arte: AxTudo       

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 O resultado das urnas, nas duas maiores cidades do país, representou uma derrota ao presidente Jair Bolsonaro. Partidos chamados de "Esquerda" e "Centro-esquerda", também ficaram devendo. No segundo turno, ganharam apenas em 11 das 57 prefeitura disputadas.


Os casos mais emblemático são São Paulo e Ceará. Já no primeiro turno, na capital paulista, o candidato Celso Russomano, apoiado por Jair Bolsonaro, ficou apenas em quarto lugar, com 10% dos votos válidos. No Ceará, o capitão Wagner, do PROS, que teve o presidente como cabo eleitoral, perdeu para José Sarto, do PDT da família Gomes (Ciro Gomes e Cid Gomes).

Dos 13 candidatos apoiados por Bolsonaro, inclusive com lives ao vivo, apenas dois foram eleitos, ainda no primeiro turno, em cidades do interior. "Os resultados das disputas locais fundamentalmente mostraram a importância de recursos partidário, na busca pelo voto do eleitor. Os resultados, independendo se foram ao centro, direita ou à esquerda, mostraram fundamentalmente o peso do status quo e do acesso ao esses recursos. de tal sorte que o presidente deve procurar uma legenda para se filiar pensando em 2022", orientou Rafael Cortez, cientista político. 

Partidos chamados de "Esquerda" e "Centro-esquerda", também ficaram devendo. No segundo turno, ganharam apenas em 11 das 57 prefeitura disputadas. O PDT venceu em três. O PSOL ganhou em Belém (PA), com Edmilson Rodrigues e o PT elegeu somente quatro prefeitos na 100 maiores cidades do país. Pela primeira vez, o partido não conquistou nenhuma capital. 

"A esquerda é fundamentalmente minoritária. E foi minoritária, mesmo no auge do petismo, momento em que viveu o seu melhor momento por conta do efeito da elevada popularidade do presidente Lula. Então, nesse sentido, é pouco provável esperar vitórias extremamente relevantes por parte da esquerda", pontuou" Cortez.

No balanço da eleição municipal, outro dado chama a atenção: apernas uma mulher venceu nas capitais. Em Palmas, no Tocantins, Cintia Ribeiro, do PSDB se elegeu ainda no primeiro turno.

Como ficam os partidos políticos após as eleições?

O MDB venceu as disputas em Porto Alegre (com Sebastião Melo), Cuiabá (Emanuel Pinheiro), Boa Vista (Arthur Henrique) e Terezina (Dr. Pessoa). O partido não havia conquistado nenhuma vitória no primeiro turno e entrou para a disputa do segundo com sete possibilidades de vencer – perdeu ainda em Maceió, com Alfredo Gaspar, e em João Pessoa, com Nilvan Ferreira. Em 2016, a legenda elegeu quatro prefeitos.

O Democratas vem logo atrás, com quatro prefeituras, começando pela vitória expressiva de Eduardo Paes, no Rio, batendo Marcelo Crivela (Republicanos). Outras capitais vencidas pelo partido foi Florianópolis (Gean Loureiro), Curitiba (Rafael Greca) e Salvador (Bruno Reis).

O PSDB subiu de duas prefeituras para quatro em 2020. A vitória mais comemorada foi a de Bruno Covas em São Paulo, derrotando Guilherme Boulos (Psol). Os tucanos também comemoraram em Natal (Álvaro Dias), Porto Velho (Hildon Chaves), Palmas-TO (Cinthia Ribeiro). O partido ainda perdeu a eleição em Teresina, com Kleber Montezuma, derrotado por Dr. Pessoa (MDB).

Quatro partidos conquistaram duas vitórias, cada. O PDT venceu em Fortaleza (Sarto) e Aracajú (Edvaldo Nogueira), enquanto o PSD conquistou vitórias em Belo Horizonte (Alexandre Kalil) e em Campo Grande (Marquinhos Trade). Já o PSB comemorou as prefeituras de Recife (João Campos) e Maceió (JHC). Por fim, o PP venceu em Rio Branco (Tião Bocalom) e João Pessoa (Cícero Lucena).

Alguns partidos conquistaram sua primeira prefeitura. Foi o caso do Avante, em Manaus, com a vitória de David Almeida sobre Amazonino Mendes (Podemos). O Republicanos também terá seu representante, Delegado Puzolini, que bateu João Coser (PT) em Vitória. Em São Luís, o prefeito será do Podemos, com o êxito de Eduardo Braide. Já o Psol conseguiu eleger Edmílson Rodrigues em Belém.
 
 PT, outro derrotado nessas eleições
 
O partido mais avariado foi o PT, que não conseguiu eleger nenhum prefeito de capital. O impressionante fato não ocorria desde 1988. No Recife, Marília Arraes foi vencida por seu primo João Campos - filho de Eduardo Campos, morto em acidente aéreo durante a campanha a presidente da república, em 2018 - numa disputa que se tornou equilibrada, desde início. Outro revés foi de João Coser, em Vitória. Em 2016, o partido tinha um representante: Luciano Cartaxo, em João Pessoa - o prefeito posteriormente mudou para o PV. 


Leia também:

Mais de 10 mil candidatos às câmaras municipais e prefeituras são investigados por serem suspeitos de terem recebido o auxilio emergencial do governo

Zé Neves (Patriota) Prefeito eleito da cidade de Senador Modestino Gonçalves (MG), no Vale do Jequitinhonha, também compõem os investigados. Ele é empresário e tem mais de R$ 2 milhões em bens. Mesmo assim, solicitou o auxílio e chegou a recebê-lo.

Os eleitos são 883 investigados que estão na mira TCU por fraude em auxílio Covid-19. Minas Gerais "é representado" por 250 candidatos suspeitos de apropriação indébita do auxílio.


Somente Minas Gerais tem 250 (28,3%) candidatos na mira do TCU. Ao menos 883 candidatos eleitos no domingo são suspeitos de receber indevidamente o auxílio emergencial pago pelo governo federal por conta da pandemia do coronavírus. 

Os nomes de todos eles constam de uma lista divulgada no dia 6 de novembro, pelo TCU (Tribunal de Contas da União), órgão que já abriu uma investigação para apurar possíveis irregularidades. A lista do TCU contém 10.690 nomes de candidatos que participaram nessas eleições 2020. Eles declaram à Justiça Eleitoral ter mais de R$ 300 mil em patrimônio e, mesmo assim, aparecem como beneficiários do auxílio. (Clique aqui e confira as listas de candidatos por Minas Gerais - Lista 1 - Lista 2 - Lista 3 - Lista 4 - Lista 5 - Lista 6 - Lista 7).

O programa, em sua última fase, prevê que pagamentos sejam feitos somente a quem tenha menos de R$ 300 mil em bens, em 2019, além de precisar cumprir outros requisitos. O TCU ressaltou que é possível que os candidatos incluídos na lista tenham sido vítimas de fraude com uso indevido de seus dados. Lembrou também que os postulantes podem ter cometido erros em sua declaração de bens enviada à Justiça Eleitoral. Ainda assim, determinou o bloqueio dos pagamentos para todos os incluídos na lista para que tudo seja apurado.

Dos 883 candidatos incluídos, ou 8,2%, foram eleitos. Desses, 42 são candidatos a prefeito, 86 a vice-prefeito e 755 a vereador. Entre os candidatos investigados estão o prefeito e vice-prefeito eleitos em Canutama (AM), cidade com 15 mil habitantes. Lá, Zé Roberto (PSC) venceu com 52% dos votos válidos. Ele declarou à Justiça Eleitoral ter um patrimônio de R$ 525 mil, incluindo 198 cabeças de gado avaliadas em R$ 280 mil. Segundo o TCU, apesar disso, Zé Roberto solicitou e recebeu o auxílio emergencial do governo. Até que o benefício fosse bloqueado por ordem do tribunal.

Zé Roberto disse que sua declaração patrimonial está errada, mas não detalhou os equívocos. Questionado sobre o auxílio, ele disse que sua assessoria explicaria o ocorrido, mas não informou quando nem como. O vice de Zé Roberto, Carlos Menezes (MDB), também aparece na lista do TCU. Ele é comerciante, declarou ter R$ 430 mil em bens e recebeu o auxílio.

Prefeito eleito e vice da cidade de Senador Modestino Gonçalves (MG), município de 4.000 habitantes, no Vale do Jequitinhonha, também compõem os investigados. Zé Neves (Patriota) será o novo prefeito. Ele é empresário e tem mais de R$ 2 milhões em bens. Mesmo assim, solicitou o auxílio e chegou a recebê-lo. O mesmo ocorreu com seu vice, Jaime do Beia (também do Patriota). Ele é empresário, tem R$ 1,3 milhão e recebeu o auxílio emergencial, de acordo com o TCU.

Vereadores de capitais também constam da lista de candidatos investigados pelo TCU. Os vereadores Pri Fernandes Adota (Podemos), eleita em Florianópolis, e Dione Carvalho (Patriota), eleito em Manaus. Pri fernandes, que é trans, declarou ter R$ 600 mil e recebeu o auxílio. Já Dione tem R$ 440 mil e recebeu o benefício. Os pagamentos a ambos foram bloqueados.

Pri Fernandes disse ter sido vítima de uma fraude. Afirma que "nunca pediu o auxílio, que soube pela imprensa que seu nome constava da lista de beneficiados e que já procurou a polícia e o governo federal para que a situação fosse regularizada".

A vereadora Linda Brasil (PSOL), eleita em Aracaju foi a mais votada no Sergipe. Seu nome consta da lista do TCU. Ela, contudo, reclamou da divulgação distorcida que o órgão deu ao caso dos auxílios emergenciais. Linda é cabeleireira e tem R$ 337 mil em patrimônio. Recebeu cinco parcelas de R$ 600 do auxílio, pois parou de trabalhar. Num primeiro momento, o valor dos bens dos beneficiários não era critério para ter direito ao pagamento.

A vereadora Linda Brasil (PSOL), eleita em Aracaju foi a mais votada no Sergipe. Seu nome consta da lista do TCU. Ela tem R$ 337 mil em patrimônio e recebeu cinco parcelas de R$ 600 do auxílio.

Isso mudou em setembro, quando o governo prorrogou o auxílio e determinou que pessoas com mais de R$ 300 mil em bens não teriam direito ao benefício. Linda, então, tentou cancelar seu auxílio. Mesmo assim, afirmou que o dinheiro caiu em sua conta, pois ela já estava incluída no programa. "Fui ao banco e estornei essa parcela extra de R$ 300", disse. "Essa lista do TCU foi divulgada de forma errada. Recebi o auxílio [antes] porque tinha direito.", defendeu-se.

Candidatos milionários recebem Bolsa Família

A investigação do TCU sobre o pagamento de auxílio emergencial a candidatos foi iniciada depois que o jornal O Globo e o site UOL revelarem que centenas de pleiteantes a cargos eletivos milionários eram beneficiários de programas sociais do governo federal, incluindo o Bolsa Família.

O auxílio emergencial é destinado a trabalhadores sem carteira assinada, desempregados e micro-empreendedores individuais. Para ter direito ao benefício hoje, é necessário possuir rendimentos de até R$ 28.559,70, em 2018 e 2019, ter no máximo de R$ 300 mil em bens em 2019 e ter renda familiar de até R$ 3.135.

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Simulação de votação e preparativos para a eleições de domingo 15 de novembro

As eleições municipais deste ano terão horário estendido: das 7h às 17h. É necessário ir de máscara e levar a própria caneta, além de documento com foto.


Tire suas dúvidas, saiba como justificar, o que acontece com que não votar e treine para o momento da escolha do seu candidato a prefeito e vereador. 

Finalmente, neste final de semana, 15 de novembro, domingo, é dia de ir às urnas em todos os 26 estados brasileiros. Nos anos anteriores, os eleitores podiam treinar para o pleito em urnas eletrônicas de teste, que eram instaladas em locais de grande circulação. Mas nessa eleição, que já é considerada atípica, por causa da pandemia do novocoronavirus, o Tribunal Superior Eleitoral fez uma série de mudanças, e uma delas foi na simulação de voto. 

Em vez de feiras livres e rodoviárias, o TSE colocou na internet o simulador de votação e nós, do Primeira Página o disponibilizamos para você, leitor. Quem tiver deficiência visual pode usar a audiodescrição, como numa urna eletrônica real. Para votar no primeiro turno, é possível escolher entre cinco partidos: o do Folclore; Esportes; Ritmos Musicais; Partido das Profissões e o das Festas Populares. Basta clicar acima da urna para visualizar os nomes e números dos vereadores fictícios. 

Cada partido tem três opções de vereador para escolher e cada candidato (a vereador) tem um número formado por cinco algarismos. Quem não tiver escolhido um nome, mas quiser votar no partido, basta digitar os dois primeiros algarismos. É o chamado voto de legenda. Para votar no candidato exato, precisa digitar o número completo. Vai aparecer na tela a foto dela ou dele, com o nome, número e o partido. Se estiver tudo certo, é só confirmar, no botão verde. Senão, "corrige" e digita de novo. 

O próximo passo é o voto para prefeito. Nesse caso, o número do candidato é o mesmo do partido. Ao digitar, aparecem na tela as fotos do cabeça de chapa e do vice; os nomes, número e o partido. Aí, basta confirmar ou corrigir. O voto é registrado e pronto. A urna emite o sinal característico de finalizado, a palavra "Gravando" e em seguida "Fim". Clique aqui e treine simulando uma votação no sistema do TSE.

Quem deve votar e o que levar para a seção eleitoral


Mais de 700 mil candidatos participam do pleito, que definirá quem serão os prefeitos e vereadores que representarão os mais de 5 mil e 700 municípios brasileiros pelos próximos quatro anos, ou, de 1º de janeiro de 2021 a 31 de dezembro de 2023.

Este ano, 148 milhões de eleitores estão aptos a votar nas eleições municipais, marcadas para os dias 15 e 29 de novembro, onde houve segundo turno. No Brasil, o voto é obrigatório para brasileiros com mais de 18 anos. No título de eleitor, constam a zona e a seção eleitorais onde cada um deve votar. Quem tem dúvidas sobre o local de votação (que pode ter mudado, devido às medidas sanitárias de segurança), basta clicar aqui e pesquisar. 

O aplicativo e-Título, que pode substituir o documento de papel, passou por atualizações. A via digital agora mostra a foto dos eleitores que já passaram pelo cadastramento biométrico. Neste caso, basta o cidadão mostrar o seu perfil no app para ingressar na seção eleitoral e votar. Quem não puder usar o aplicativo, continua tendo que apresentar um documento oficial com foto no dia da eleição. Para evitar a disseminação do coronavírus, a biometria não será utilizada neste ano.  

Na urna eletrônica, o eleitor votará, primeiro, no candidato a vereador, e terá de digitar cinco números. (simule aqui). Na tela, aparecerão a foto, o número, o nome e o partido do candidato. Se as informações estiverem corretas, é só apertar a tecla verde “CONFIRMA”. Depois, o eleitor votará no candidato a prefeito, com dois dígitos, seguindo o mesmo procedimento. Neste ano, as seções eleitorais funcionarão em horário ampliado: de 7h da manhã às 17h. Pessoas com 60 anos ou mais terão prioridade entre 7h e 10h da manhã. 

O que acontece quem não votar ou justificar? 

Quem não votar deverá justificar a ausência. A recomendação é que seja feita pelo aplicativo e-Título ou em qualquer local de votação. Então, para quem não puder comparecer, terá de apresentar seus motivos para o TSE. Repetindo, tem que votar todos os brasileiros alfabetizados, entre 18 e 70 anos, que estejam no gozo pleno da legalidade. O voto é facultativo apenas para quem tem entre 16 e 18 anos, pessoas com mais de 70 anos e analfabetos.

Quem descumprir a regra pode perder diversos direitos civis, caso não regularize a situação na Justiça Eleitoral. Ou seja, quem não votar e não justificar a ausência não poderá, de acordo com o 1º do art. 7º do Código Eleitoral - Lei nº 4.737, de 1965 - tirar passaporte ou carteira de identidade; receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, autárquico ou paraestatal, bem como fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço público delegado, correspondentes ao segundo mês subsequente ao da eleição; participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos Estados, dos territórios, do Distrito Federal, dos municípios ou das respectivas autarquias; obter empréstimos nas autarquias, nas sociedades de economia mista, nas caixas econômicas federais e estaduais, nos institutos e caixas de previdência social, bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo, ou de cuja administração este participe, e com essas entidades celebrar contratos; inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, e neles ser investido ou empossado; renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda; obter certidão de quitação eleitoral, conforme disciplina a Res.-TSE nº 21.823/2004; obter qualquer documento perante repartições diplomáticas a que estiver subordinado. 

Em caso de ausência na votação, o eleitor terá 60 dias para apresentar justificativa ao juiz eleitoral. A justificativa deve ser feita, segundo o TSE, preferencialmente pelo aplicativo e-Título — disponível nas plataformas "Google Play" e App Store". Quem não o fizer fizer pelo aplicativo, terá de preencher o formulário de Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE) pelo site do TSE ou procurar o cartório eleitoral mais próximo. O aplicativo permite ainda a emissão uma via digital do título de eleitor, além de permitir a emissão da certidão de quitação eleitoral e crimes eleitorais. Também é possível emitir a guia para o pagamento de multas por ausências não justificadas em eleições ou trabalhos eleitorais.

O eleitor que está no exterior e tem inscrição eleitoral no Brasil também poderá justificar o voto pelo aplicativo e-Título no dia da eleição. Depois das eleições, ele poderá apresentar o requerimento de justificativa pelo sistema da Justiça Eleitoral. Um dos motivos para justificar o voto é estar fora dos limites geográficos da sua cidade (domicílio eleitoral) no dia, durante a eleição. A Justiça Eleitoral afirmou que o eleitor que tiver febre no dia da votação ou tiver contraído covid-19, no período de 14 dias, antes da votação, deve ficar em casa. Mas quem deixar de votar, por esse motivo, terá de apresentar um documento, como atestado ou declaração médica.

O Tribunal Superior Eleitoral assevera ainda que "não há norma que proíba a votação em caso de sintomas ou contaminação pela covid-19. E que as medidas de segurança tomadas durante a votação, como uso de máscara, distribuição e uso de face shield pelos mesários são capazes de proteger os eleitores inclusive na eventualidade de haver pessoas contaminadas".

O que é preciso levar para a seção eleitoral?


A pandemia da Covid-19 exigirá novos itens, além dos documentos, nessas eleições 2020, recomendado e obrigatório pela Justiça Eleitoral. Máscara, documentos e a própria caneta, para evitar contato com objetos usados por outras pessoas. O documento de identificação tem que ser com foto, como CNH ou RG. Aplicativos como a CNH digital ou e-Título também são válidos.

O TSE orienta ainda para que os eleitores levem uma "cola" com o número dos candidatos anotados para evitar atrasos e filas. Em todas as seções será obrigatório o uso de máscaras. No local de votação deverá ser respeitada uma distância mínima de um (1) metro entre as pessoas. Tão importante quanto participar das eleições, é votar de forma consciente. Para isso, procure conhecer os candidatos e sua vida pregressa, avalie propostas e antecedentes e, principalmente, acompanhe o exercício dos mandatos dos eleitos. Se puder, não desperdice a oportunidade de exercer a cidadania.



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Qual é a cidade mais quente de Minas Gerais?

                        © Leandro Couri/EM/D.A. Press

Quase todos os municípios mineiros sofrem com a onda de calor que está tirando, literalmente o sono dos mineiros e boa parte do brasileiros, nos últimos dias (e noites)

Em Campina Verde, no Triângulo Mineiro, os efeitos são mais intensos para a população, de 19.750 habitantes.  A cidade é o município que registrou a mais alta temperatura no estado nos últimos dias, 41,2 º C no último sábado (3 de outubro) informou o meteorologista Ruibran dos Reis, do Instituto Climatempo. 

Campina Verde é uma das 34 cidades do Triângulo que vivem situação de “grande perigo” em virtude das elevadas temperaturas, conforme alerta emitido  pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).  Os riscos para a saúde podem ser vários, desde desidratação até uma hipotermia, o que pode representar risco de morte.

De acordo com o Inmet, o alerta foi emitido pelo fato de a região estar registrando temperaturas 5°C acima da média histórica, por um período de mais de cinco dias. Os índices de umidade relativa do ar, em municípios do Triângulo mineiro chegaram aos 7% em alguns desses dias. 

Conforme Ruibran dos Reis, a massa de ar quente atua em Minas Gerais, desde o dia 23 de agosto e ganhou maior intensidade em setembro. E as altas temperaturas continuam em outubro. “Praticamente todos os municípios mineiros estão sofrendo com este calorão”, afirma o meteorologista.  Nem mesmo lugares de Minas que sempre foram caracterizados por temperaturas mais amenas escapam da onda de calor. Nessa condição estão Maria da Fé, Senador Amaral e  Monte Verde (distrito de Camanducaia), no Sul do estado, onde, nos últimos dias, os termômetros marcaram entre 30ºC e 32ºC. 

E na capital?

No início do mês (3 de outubro), foram registrados 37,8ºC, em Belo Horizonte, a maior temperatura ocorrida na Região Metropolitana desde que os dados foram começaram a serem coletados, em 1910. 

Mas, informa Reis, para quase todo o período de outubro, os belo-horizontinos devem se preparar para enfrentar mais calor ainda. A previsão é que na sexta-feira (dia 9), sejam registrados 38º C, na Capital, com a umidade relativa do ar em torno de 12%.


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