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O Mundo passa por momentos inimagináveis. Há um ano ou menos fazíamos inúmeros planos pessoais. Em um universo global, estávamos plugados em tudo o que acontecia ao redor do planeta. No campo do entretenimento, por exemplo, pensávamos nos astros da NBA, nas Olimpíadas de Tóquio e em campeonatos de futebol regionais, nacionais e internacionais, como as Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022 e na Taça Libertadores da América. Mas, tudo isso ficou parado e agora temos que nos reprogramarmos com o incerto, entremeados a uma avassaladora pandemia. Somos obrigados a projetar um futuro que não sabemos quando vai ser.

Aqui, no nosso site, além de trazermos os cuidados básicos, para que sobrevivamos com saúde, frente ao novo coronavírus, atualizamos (infelizmente) os números de casos, óbitos e recuperações em todos os continentes. Buscamos na fonte do conceituado site da Johns  Hopkins University Medicine, que atualiza, a todo instante, as ocorrências comprovadas da pandemia ao redor do mundo.  Já, sem surpresa, o Brasil está posicionado na terceira colação, por enquanto, seguido da Rússia e dos Estados Unidos, que ocupa o primeiro lugar . 

QUEM É O SARS-COV-2 E OS CINCO CUIDADOS BÁSICOS



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Nos últimos meses, o, genericamente conhecido como, novo coronavírus começou a ser destaque em toda a imprensa mundial. A epidemia, a princípio, subindo para a condição de pandemia, que ocorreu primeiramente na China, que tinha mais de 84 mil pessoas infectadas no país (até o dia 22 de maio), além de causar mais de 3 mil mortes, na mesma data.

A preocupação se espalha à medida que casos da doença são confirmados nos quatro continentes. A informação é a primeira e melhor atitude, forma mais eficaz de prevenção. Neste conteúdo, mostraremos quais são os cinco cuidados básicos e indispensáveis que precisamos ter para nos protegermos do vírus. 

Cinco formas de se prevenir do novo coronavirus




A médica infectologista da Unimed Fortaleza, Lícia Borges Pontes, separou cinco cuidados básicos que precisamos praticar para se prevenir da Covid-19,
Ele montou um acróstico, em inglês, com o nome da cidade, W-U-H-A-N, onde surgiu o primeiro contágio do coronavirus. Com as iniciais do município chinês, ele construiu cinco práticas que devemos ter, no dia a dia, para se manter protegido. Confira a tradução abaixo e comece a implementa-las, para manter o vírus longe da sua vida e dos seus familiares e amigos.


(W)  - Wash hands = Lave as mãos;

(U) - Use mask properly = Use máscaras de proteção adequadamente;

(H) - Have temperature checked regularly = Verifique sua temperatura regularmente;

(A) - Avoid large crowds = Evite grandes multidões;

(N) - Never touch your face with unclean hands = Nunca toque seu rosto com as mãos sujas.


Pessoas gripadas ou resfriadas


No caso de pessoas com sintomas característicos de gripes ou resfriados, a prevenção também deve ser feita, porém, com algumas particularidades quanto ao que deve ser feito

Listamos abaixo algumas dicas para que você e sua família saibam como proceder se já estiverem doentes:

  1. Use máscaras de proteção em lugares públicos ou quando for conversar ou ficar perto de alguém. (Obs: O ideal é manter o mínimo de 1,5 m de distância).
  2. Ao tossir ou espirrar, use lenços de papel e, em seguida, jogue-os no lixo ou cubra a boca e o nariz utilizando o braço;
  3. Evite cumprimentos com abraços, apertos de mão e beijos;
  4.  Evite visitas a entes queridos, principalmente se estiver esteja resfriado ou gripado.


Lembre-se: Não há medicamento algum ou vacina que combata o novocoronavirus (ou a Covid-19). Portanto, por enquanto, não tem cura. 


Quanto tempo o SARS-COV-2 ou novocoronavirus sobrevive nas diversas superfícies e objetos?



Em locais públicos ao redor mundo, tornou-se comum ver gente tentando abrir as portas com os cotovelos, outras se cumprimentando com cutucões de pontas de pés, passageiros de trens evitando segurar em barras e alças e pessoas limpando suas mesas no escritório todas as manhãs.



Nas áreas mais atingidas pelo novo coronavírus, trabalhadores com roupas de proteção pulverizam e desinfectam praças, parques e ruas.



Os serviços de limpeza em empresas, hospitais, lojas e restaurantes foram ampliados. Em algumas cidades, voluntários até se aventuram à noite para higienizar os teclados de caixas eletrônicos.



Como muitos vírus atacando o sistema respiratório, incluindo o da gripe, o Sars-Cov-2 pode se espalhar por meio de pequenas gotículas liberadas pelo nariz e boca de alguém infectado quando este tosse ou espirra. Uma única tossida pode produzir até 3 mil gotículas.



Essas partículas pousam em outras pessoas, roupas e superfícies ao redor, mas algumas partículas menores podem permanecer no ar. Também há evidências de que o vírus é excretado por meio das fezes. Por isso, uma pessoa que não lavar bem as mãos após ir ao banheiro, pode contaminar qualquer coisa que toque.


Vírus resistentes




O que é o SARS-COV 2 ou coronavírus?

O coronavirus é uma família de vírus que se manifestou pela primeira vez em 1937. Em 31 de dezembro de 2019 foi identificado um novo tipo, que teve origem no mercado de frutos do mar e de animais vivos da cidade de Wuhan, na China.

Por causar graves infecções respiratórias, o vírus ficou conhecido pela sigla SARS (Severe Acute Respiratory Syndrome ou Síndrome Respiratória Aguda Grave, em tradução livre). Ele ganhou esse nome popular (coronavírus) devido à sua forma que se assemelha a uma coroa.

Os tipos de coronavirus


O coronavirus foi se modificando ao longo do tempo, por isso, os profissionais de saúde viram a necessidade de nomear cada um dos tipos do vírus de maneira diferente.

O nome desse último vírus foi alterado para se adaptar às diretrizes da OMS, que aconselham os estudiosos a não darem nomes que referenciem à lugares (países), animais, objetos, indivíduos ou grupo de pessoas para os vírus descobertos. Assim evita-se a ocorrência (sempre incidente)  de casos de xenofobia e preconceito, além de confusões com outras doenças.



Conheça abaixo os tipos conhecidos


Beta coronavírus OC43 e HKU1 // Alpha coronavírus 229E e NL63 // MERS-CoV (causador da Síndrome Respiratória do Oriente Médio ou MERS)  // SARS-CoV (causador da Síndrome Respiratória Aguda Grave ou SARS) // COVID-19 (o tipo mais recente descoberto). 
 Por que COVID-19? Desde o início de fevereiro (2020), a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a chamar oficialmente a doença causada pelo novo coronavirus de Covid-19. COVID significa COrona VIrus Disease (Doença do Coronavírus), enquanto “19” se refere ao ano de 2019, quando os primeiros casos em Wuhan, na China, foram divulgados publicamente pelo governo chinês, no final de dezembro.

Quais são os sintomas do coronavírus?


O sintomas iniciais são: febre; espirros; tosse; coriza; dores no corpo e falta de ar. O coronavirus pode causar infecções respiratórias, desde um simples resfriado até uma pneumonia severa. Isto vai depender de vários fatores, como idade e imunidade.

Os vários tipos do coronavirus causam doenças respiratórias e a forma mais eficaz de identificar a infecção pelo vírus é procurar um médico assim que os sintomas se manifestarem. 

Apesar de serem sintomas semelhantes aos de um resfriado, por exemplo, o médico pode identificar a possibilidade de contaminação pelo vírus sabendo do histórico de viagem do paciente ou se ele teve contato com alguém o qual esteve em locais de infecção, como por exemplo Estados Unidos, China ou Europa, não descartando outras localidades, como, Japão; Coreia do Sul e do Norte; Cingapura; Vietnã, Tailândia e Camboja.

Caso alguma dessas perguntas tenha resposta positiva, o médico encaminhará os exames para uma investigação epidemiológica.

Como ocorre a transmissão do coronavírus?


Inicialmente, calculava-se que a transmissão da doença acontecia de animais para pessoas, mas pesquisas e e fatos denotaram que a transmissão é mesmo de pessoa para pessoa. "O vírus não anda e nem voa. Ele é passado de uma pessoa para a outra, mesmo", advertiu o médico patologista da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de S.Paulo).

De fácil transmissão, o coronavirus pode se disseminar das seguintes formas:

Contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de toque na boca, nariz ou olhos;
Aproximação pessoal, com toque ou aperto de mão; tosse; espirro; contato com secreções respiratórias.
Qualquer pessoa que se aproxime de outra infectada, na distância de um metro, corre o risco iminente de ser contaminada pelo novo coronavirus. 


Alguns estudos sobre outros coronavírus, incluindo aqueles por trás das epidemias da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars, na sigla em inglês) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers, também em inglês) descobriram que eles podem sobreviver em superfícies de metal, vidro e plástico por até nove dias, a menos que elas sejam desinfectadas adequadamente. Esse período pode se estender a até 28 dias em baixas temperaturas.

Sabe-se que os coronavírus são particularmente resistentes em termos de onde podem sobreviver. E os pesquisadores agora estão começando a entender mais sobre como isso afeta a disseminação do novo tipo de coronavírus.

O estudo, que ainda não foi publicado em uma revista científica, aponta que o vírus pode sobreviver em gotículas por até três horas após ser expelido no ar por uma tosse.

Gotas finas, entre 1 e 5 micrômetros de tamanho, cerca de 30 vezes menores do que um fio de cabelo humano, podem permanecer no ar por várias horas.

Isso significa que o vírus que circula em sistemas de ar-condicionado não filtrados só sobreviverá por algumas horas, principalmente porque as gotículas tendem a se depositar em superfícies mais rapidamente quando há circulação de ar.

Estudos apontam que o Sars-Cov-2 sobrevive por mais tempo quando depositado sobre papelão — até 24 horas — e de dois a três dias sobre superfícies de plástico e aço inoxidável.

Os resultados sugerem que o vírus pode sobreviver por este tempo em maçanetas de portas, bancadas e outras superfícies duras. Os pesquisadores descobriram, no entanto, que as superfícies de cobre tendem a matar o vírus em cerca de quatro horas.

No entanto, isso varia de acordo com o tipo de vírus, onde é encontrado no trato respiratório e em que estágio da infecção a pessoa está.





Em roupas e outras superfícies mais difíceis de desinfectar, ainda não está claro por quanto tempo o vírus pode sobreviver. Embora seja possível detectá-lo nas roupas, as fibras naturais absorventes podem fazer com que o vírus resseque rapidamente, diz Vincent Munster, chefe da seção de ecologia de vírus do Rocky Mountain Laboratories, em Montana, nos Estados Unidos, e um dos responsáveis pelo estudo do NIH.



"Especulamos que, devido ao material poroso, ele desidrata rapidamente e fica preso às fibras", diz Munster.



As mudanças de temperatura e umidade também podem afetar o tempo de sobrevivência de um vírus, e isso pode explicar por que é menos estável em gotículas suspensas no ar. "No momento, estamos realizando experiências para investigar o efeito da temperatura e umidade mais detalhadamente."






A capacidade do vírus de sobreviver por tanto tempo apenas ressalta a importância da higiene das mãos e da limpeza de superfícies, de acordo com Munster. "Existe a possibilidade de esse vírus ser transmitido de várias formas", completa.




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