Personalidades e Afins

 

Zilda Arns entra para o livro de heróis e heroínas da pátria

Imagem: Reprodução 

Chamada de "Madre Teresa brasileira", a médica foi indicada três vezes ao prêmio Nobel da Paz.

Pediatra e sanitarista brasileira, Zilda Arns foi fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, organismo da Igreja Católica que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida e o bem estar social de crianças. O nome dela foi incluído segunda—feira (24) no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. 

Passos da inclusão?

A inscrição foi publicada dia 24 de abril (segunda—feira) hoje pelo governo no Diário Oficial da União, assinada pelo presidente Lula e pelos ministros Margareth Menezes (Cultura), Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública), Nísia Trindade (Saúde) e a secretária-executiva do Ministério dos Direitos Humanos, Rita Cristina de Oliveira.

Chamada de "Madre Teresa brasileira", a médica foi indicada três vezes ao prêmio Nobel da Paz. Ela criou a Pastoral da Criança, parte da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que fazia visitas domiciliares a famílias pobres.

"Graças ao trabalho coordenado por ela, houve uma mudança significativa nos cuidados básicos da saúde das crianças em comunidades mais pobres, com redução de mortalidade e desnutrição infantil", disse a sobrinha dela, Lilian Arns.

Zilda morreu em 2010, aos 75 anos, vítima de um terremoto no Haiti. Ela estava no país em missão humanitária. A família quer torná-la santa desde 2015, e o processo está em andamento.

Heróis e Heroínas da Pátria

O livro fica no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes em Brasília. O documento homenageia pessoas que se destacaram na história do Brasil, especialmente em relação à democracia e liberdade, e é considerado peça importante para a preservação da memória nacional.

Alguns dos nomes inscritos são Tiradentes, Zumbi dos Palmares, Chico Mendes, Machado de Assis e Heitor Villa-Lobos. Para fazer parte da coletânea, é preciso que o projeto de lei com o pedido de inclusão seja aprovado pelo Senado e a Câmara dos Deputados. O nome só pode ser inserido ao menos 10 anos após a morte do homenageado.

 

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