Copa do Mundo de 2026 terá 12 grupos com quatro
seleções cada e atingirá total de 104 jogos
O torneio terá 12 grupos com quatro integrantes cada; os dois primeiros de cada chave e os oito melhores terceiros colocados avançam para a fase eliminatória.
Fifa muda formato do primeiro Mundial com 48 equipes, aumentando número de partidas. Dois primeiros de cada grupo e oito melhores terceiros vão para mata-mata com 32 times.
A Fifa decidiu mudar o formato da Copa do Mundo de 2026, a primeira da história a ser disputada com 48 seleções: o torneio terá 12 grupos com quatro integrantes cada; os dois primeiros de cada chave e os oito melhores terceiros colocados avançam para a fase eliminatória. A partir daí, os 32 classificados se enfrentam em mata-mata até a final. Com a mudança, os times que chegarem até a semifinal do Mundial farão oito jogos, em vez dos históricos sete.
A decisão foi tomada pelo Conselho da Fifa – instância mais alta da
entidade – reunido em Kigali, capital de Ruanda. O país
também será sede do Congresso da Fifa, dia 24, quando Gianni
Infantino será reeleito para um novo mantado, até 2027.
Quando decidiu ampliar o número de seleções na Copa do Mundo para 48
seleções, a Fifa inicialmente planejou dividi-las em 16 grupos com três
times cada. Os dois primeiros de cada chave se classificariam para um
mata-mata (que também teria 32 seleções).
Explosão no número de jogos
O formato com 16 grupos de três já havia feito aumentar o número de
partidas na Copa do Mundo – de 64, no formato que se despediu em 2022, para 80
jogos, no formato que estrearia em 2026. A Fifa já havia até decidido como os
distribuiria entre os três países-sede do próximo Mundial: 10 no México, 10 no
Canadá e 60 nos Estados Unidos.
Com
a mudança para os 12 grupos de quatro times, o número de jogos vai para 104. A Fifa e o Comitê
Organizador da próxima Copa vão decidir em conjunto como e quando vão realocar
as novas partidas.
A Fifa também decidiu que o período de preparação para o Mundial será
maior do que em 2022 (quando foi de apenas sete dias), assim como o tempo de
descanso após o fim do torneio. Somados o tempo de preparação, a própria Copa e
a janela de descanso até o reinício das atividades, a Fifa planeja um período
de 56 dias – o que seria semelhante ao dos mundiais de 2010, 2014 e 2018.
Carlo Ancelotti falou
sobre as chances de assumir o comando da Seleção Brasileira. O treinador
está na mira da CBF para ficar no lugar do técnico Tite, mas tem contrato com
o RealMadrid até junho de 2024. Durante uma entrevista à ‘Rádio Rai.
“Estou contratado até 2024 e se não me demitirem, não saio. Haverá tempo
para pensar no meu futuro”, declarou o treinador.
Carlo Ancelotti segue
sendo sonho na Seleção Brasileira. O técnico italiano é, ao lado de nomes
como os de Fernando Diniz, Dorival e Abel Ferreira, uma das prioridades da CBF
para o comando técnico.
A informação veio a
público ainda no início da semana, quando foi publicado sobre o interesse da CBF
no atual campeão da Champions League e atual comandante do Real
Madrid.
“Ser o
treinador do Brasil? Não sei o que vai acontecer no futuro. Tenho contrato com
o Real Madrid até 2024 e se não quiserem que eu saio, eu não saio. Ainda não
pensei no meu futuro”, reiterou.
Fato é que, na web, o
nome preferido dos brasileiros é, de fato, o de Ancelotti que, na Seleção,
reencontraria nomes como os de Militão, Rodrygo, Vini Jr e Richarlison.
E nada resolvido nem fechado. Ancelotti,
inclusive, vê com bons olhos a possibilidade, e teria colocado como condição,
que a entidade máxima do futebol brasileiro aguardasse o fim da atual temporada
europeia - em junho.
A CBF,
inclusive, não parece ter problemas em esperar, fazendo com que o nome de
Ancelotti ganhe cada vez mais força. Além disso, o portal Fichajes,
da Espanha, publicou no domingo (18), final da Copa, que Florentino Pérez, presidente
do Real Madrid, já está ciente da grande possibilidade de perder Ancelotti,
inclusive para a CBF, e que já se prepara para ir ao mercado em busca de um
novo treinador.
Nomes começam a ser especulados, mas ainda sem qualquer informação concreta.
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SELEÇÃO
BRASILEIRA
Especulado na Seleção
Brasileira, Dorival Júnior é contra técnico estrangeiro
Com saída de Tite diversos nomes estão sendo especulados na Seleção Brasileira e dentre eles o do atual campeão da Libertadores da américa, com o Flamengo.
Com
a eliminação do Brasil na Copa do Mundo, Tite deixou a seleção
brasileira. Até agora não há uma definição de quem será o próximo
treinador do time nacional. Diversos nomes estão sendo
especulados, como Dorival Júnior, ex-técnico do Flamengo.
Em
participação no SporTV, Dorival Júnior disse que é
contra a contratação de um treinador estrangeiro para comandar a
seleção brasileira.
"Eu sou muito sincero. Eu não acho que deva
ter. Só se for o melhor treinador do mundo, que na minha opinião é o Guardiola.
Caso não seja ele, não é para ter. É para ter um treinador brasileiro. Não
ganhamos cinco Copas do Mundo por termos somente grandes jogadores. Sempre
tivemos um grande comandante também", disse Dorival.
Segundo
Dorival é necessário se fazer uma análise profunda sobre os motivos da seleção
brasileira estar há 20 anos sem conqistar uma Copa do Mundo.
"Vermos que todos que fazemos o futebol
temos uma parcela de culpa. Em um ano foi o Barbosa (goleiro) que foi o
culpado, em outro ano foi o Felipão... Agora o Tite. E todo o aparato
envolvido? Quando ganhamos a Copa foi só o Parreira campeão? Nós
precisamos começar a dividir um pouco mais as responsabilidades. E eu não vejo
treinador brasileiro com essa defasagem que todos comentam", continou.
Dorival
Júnior ficou pouco menos de seis meses no Flamengo. Contratado para substituir
Paulo Sousa, o treinador conseguiu conquistar a Copa do Brasil e a Copa
Libertadores da América. No entanto, a diretoria optou pela não renovação do
contrato, que ia até o final de dezembro de 2022, e acertou com Vítor Pereira
para comandar o time em 2023.
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